To: AUDITORIO From: Carla Curado Subject: [APGC2005] QUESTOES --------------------------------------------------------------- Msg de "Carla Curado" --------------------------------------------------------------- Questão para Parker e Cross: Da vossa experiência, qual o design organizacional mais apropriado à colaboração organizacional? Obrigado, Carla Curado Questão para Bryan Davis, Qual a medida de performance / produtividade que sugere para as Knowledge Zones? Será possível assim hierarquizá-las? Obrigado, Carla Curado To: AUDITORIO From: Piero Formica Subject: Re: [APGC2005] Pergunta de Ana Neves para Andrew Parker --------------------------------------------------------------- Msg de Piero Formica --------------------------------------------------------------- Olá a todos. Olhando para a galáxia das Zonas de Inovação do Conhecimento (Knowledge Innovation Zones - KIZs). Refiro-me à falta de princípios governativos, práticas e regulamentos, o que representa um grande vazio que engole iniciativas de inovação. Até mesmo as KIZs vestem um corpete, um casaquinho bem apertado e muitas vezes rendado feito por aqueles estilistas que são as Parcerias Público Privado (Public Private Partnerships - PPPs), que cobrem a idiota influência de grupos interessados. As PPPs são muitas vezes vassalas do senhor feudal que desenha o perfil governativo de uma KIZ. A Comissão Europeia e as suas políticas DOCET influenciadas pelos subsídios. Há que pesar o peso dos grupos interessados e o sucesso da revolução das KIZs. Uma das razões pelas quais a Revolução Industrial ocorreu em Inglaterra foi o facto de um papel regulador do estado era pequeno e o sistema de associativismo era fraco. Por falar nisso, quantos profissionais estaticamente classificados como membros da classe criativa fazem parte do grupo de interessados? Porque é que tão poucas pessoas mostram interesse neste tópico? Será a maioria condutores ou passageiros do autocarro do associativismo? Piero