To: AUDITORIO From: Nick Bontis Subject: RE: [APGC2005] {Spam?} Boas-vindas Cc: --------------------------------------------------------------- Msg de Nick Bontis --------------------------------------------------------------- Claro que eu preferiria responder pessoalmente ao Ralph porque através de um texto é muito dificil. Contudo é claro, da a crescente comunidade da Gestão do Conheciemnto e do Capital Intelectual e o rápido aumento de artigos nas publicações (vêr artigo em co-autoria com o meu aluno de doutoramento Alexander serenko - KPM 2004, Vol. 11, No. 3, pp. 185-198.) que este campo está bem vivo. De facto, esperamos atingir as 100.000 publicações no ano 2010. É dificil acreditar que tantas pessoas estivessem a considerar estas matérias "absurdas". Devo acrescentar que a nova certificação da Gestão do Conhecimento, e os programas de mestrado e doutoramento, constituiem uma área em crescimento que está ainda na sua infância. Os negócios de Gestão do Conheciemnto e do Capital Intelectual também está a crescer fortemente. A facturação das consultoras nestas áreas dentro das grandes empresas do ramo está a crescer rapidamente e a indústria está a consolidar vendeores que saiem de empresas de topo para lutarem por quota de mercado (Vêr Top 100 em www.kmworld.com). De qualquer forma, a minha posição é: se ele acha que é absurdo e uma perda de tempo e dinheiro, então que estude outra coisa qualquer útil como a teoria da complexidade. Isso vai levá-lo a algum lado! `As 10:33 25/1/2005 -0200, Ricardo Vidigal da Silva disse: >O meu desafio inicial não é propriamente uma questão mas sim um >comentário critico a um artigo disponível em ...snip... >complexidade (ou seja o conhecimento emerge na conversação e comunicação >entre pessoas e não de um modo linear racionalista). " To: AUDITORIO From: Nick Bontis Subject: Re: [APGC2005] Perguntas para Bontis Cc: --------------------------------------------------------------- Msg de Nick Bontis --------------------------------------------------------------- KM Aplications Matrix - slide 31 Este slide realça a importância de examinar os vários níveis de análise ao elaborar um plano de Gestão do Conhecimento. Arsenal of KM Tools - slide 32 Este slide é uma simples revisão das aplicações comuns de Gestão do Conhecimento e de serviços de consultoria que testemunhamos actualmente. House Metaphor - slide 37 Este slide na realidade foi emprestado do Leif Edvinsson quem originalmente o utilizou para descrever o Capital Intelectual ao nível da empresa. Eu estou a utilizá-lo para o Capital Intelectual ao nível nacional. Dr. Nick Bontis Tel: (905) 525-9140 x23918 www.Bontis.com www.Bontis.com/bontisbio.pdf `As 10:54 25/1/2005 -0200, Teresa Mendes disse: >A sua apresentacao, apesar de interessante, é talvez um pouco tecnica para >mim. No entanto houve 2 slides do bontis1.pdf: ...snip... >... que muito me interessaram. Será que poderia "le-los" para podermos conhecer >melhor o que queria salientar nestes slides. To: AUDITORIO From: Ricardo Vidigal da Silva Cc: Subject: [APGC2005] Mais algumas questoes --------------------------------------------------------------- Msg de "Ricardo Vidigal da Silva" --------------------------------------------------------------- Mais algumas questões. Nick, quais as consequências a nível político nacional dos relatórios nacionais do capital intelectual? Como poderão os políticos estabelecer políticas para maximizar o capital intelectual dos países? Hubert, considerando as universidades como organizações como seria possível aplicar o seu conceito de Conductive Organization? Obrigado, Ricardo Silva To: AUDITORIO From: Mario Paulo Teixeira Pinto Cc: Subject: [APGC2005] medir o capital intelectual (Mr. Bontis) --------------------------------------------------------------- Msg de Mario Paulo Teixeira Pinto --------------------------------------------------------------- Caro Mr Bontis, A maior parte dos sistemas de gestao do conhecimento servem de suporte a processos relacionados com a criacao, captura, transferencia e aplicacao do conhecimento (slides 31 e 32 de bontis.pdf). E´ o que acontece, por exemplo, com aplicacoes como portais do conhecimento, mapas do conehcimento, sistemas de gestao de documentos e conteudos, aplicacoes groupware, workflow, etc. Contudo, a maior parte dos modelos de sistemas de gestao do conhecimento nao referem de forma explicita a medicao do capital intelectual (CI). Sendo este um tema cada vez mais em voga, porque e´ que esta situacao acontece? Quais sao as aplicacoes de referencia para medir o CI? So´ mais uma questao: Sera´ de todo incorrecto considerar a medicao do CI como mais um processo na gestao do conhecimento, tal como a criacao, captura ou transferencia do conhecimento? Obrigado pela atencao, Mario Pinto To: AUDITORIO From: Hubert Saint-Onge Subject: Re: [APGC2005] Mais algumas questoes Cc: --------------------------------------------------------------- Msg de Hubert Saint-Onge --------------------------------------------------------------- Sim, considero que é possivel fazer nas universidades e que seria extremamente útil fazer isto numa organização dedicada ao conhecimento. Estou a basear a minha opinião na minha experiência como Executive residente na Universidade de Waterloo. Devo admitir que eu também a fundei, é tão desafiante levar a cabo este trabalho num contexto universitário. De forma geral, os professores universitários têm dificuldades com a interdependência e a colaboração. O sistema de incentivos baseado em publicações pessoais muitas vezes estabelece um clima competitivo que nem sempre conduz ao trabalho em equipe para construir sobre ideias e conhecimento de outros. Depois de ter dito isto, estou também convencido que as universidades poderiam ser um terreno fertil para trabalho do conhecimento. Os estudantes mais jovens parecem assumir que partilhar conhecimento faz parte da vida e até têm dificuldade em compreender porque é que alguém quereria esconder o conheciemnto e não colaborar. Algumas u niver sidades podem ser mais condutoras de conhecimento e dispostas a implementar os princípios e processos da aplicação de conhecimento. Cumprimentos, Hubert `As 19:01 26/1/2005 -0200, Ricardo Vidigal da Silva disse: >Hubert, considerando as universidades como organizações como seria >possível aplicar o seu conceito de Conductive Organization? To: AUDITORIO From: Hubert Saint-Onge Subject: RE: [APGC2005] {Spam?} Boas-vindas Cc: --------------------------------------------------------------- Msg de Hubert Saint-Onge --------------------------------------------------------------- A pergunta, como eu a entendi, é sobre a relevância das organizações trbalharem e fazerem a troca de conhecimento mais sistemática e efectiva. O que precisa ser esclarecido é que muitas das organizações com que eu trbalho actualmente são conhecimento-intensivas, até nos contextos manufactureiros mais tradiconais. O conhecimento é considerado um utensílio para acelarar o desenvolvimento de competências, e as competências são a base da performance destas organizações. Baseado na minha experiência, a performance das organizações é uma função das suas competências e da capacidade de se renovarem constantemente. Talvez o problema provenha de uma questão semântica. Eu defino "conhecimento" como a capacidade de agir eficazmente. Perguntar se a troca de conhecimento é importante para as organizações é perguntar se respirar é importante para um ser humano. Todas as organizações sempre trocaram conhecimento. Tudo o que estamos agora a discutir é se isso poderá ser feito mais eficazmente para tornar as organizações mais viáveis em ambientes e mercados que são crescentemente rivais e tumultuosos. Se a questão fôr se nós não estamos a progredir para fazer isto da forma mais eficaz, eu teria de concordar que é um desafio dificil e que a maioria das organizações não procederam de forma inteligente para o alcançarem. Nós precisamos utilizar o poder das tecnologias emergentes para tornar possivel que não o era anteriormente. Esta não é uma questão filosófica nem um discurso teórico, mas sim uma questão de como fazer as nossas organizações mais eficazes. Como a teoria da complexidade tem muito pouca aplicação relevante, ela poderá representar um abrigo para aqueles que preferem ficar na teoria e têm pouco interesse em alargar a qualidade e viabilidade das organizações. Cumprimentos, Hubert `As 10:33 25/1/2005 -0200, Ricardo Vidigal da Silva disse: >O meu desafio inicial não é propriamente uma questão mas sim um >comentário critico a um artigo disponível em ...snip... >complexidade (ou seja o conhecimento emerge na conversação e comunicação >entre pessoas e não de um modo linear racionalista). "