To: AUDITORIO From: portal KMOL Subject: [APGC2005] Mensagem de boas vindas de Ana Neves ----------------------------------------------------------- ---- Msg de portal KMOL ----------------------------------------------------------- ---- Caros colegas, Depois de nas duas últimas semanas termos debatido gestão de conhecimento, aprendizagem e capital intelectual, chega agora a vez de falarmos de Sociedades, Cidades e Redes de Conhecimento. Todos vivemos em sociedade, todos temos as nossas redes pessoais. Talvez nem todos estejamos conscientes do papel que têm e nem sempre façamos esforços para alimentar essas redes, para nosso benefício e daqueles que nos rodeiam. Quando recebi o material de suporte para esta sessão, fiquei animadíssima por ir moderar uma discussão sobre tópicos tão importantes e tão ignorados. Fiquei também agradavelmente surpreendida pela qualidade das propostas dos "oradores" e pela novidade que representam. Não é, por exemplo, todos os dias que se houve falar em transformar as nossas cidades em enormes zonas de conhecimento... Apesar de bastante relacionadas, as apresentações enviadas oferecem variedade q.b. para agradar a todos os gostos. Tenho a certeza de que, como eu, também vão gostar. Ah, e não se esqueçam!, o interesse desta sessão depende agora das vossas questões para os autores. Fico a aguardar :-) Tenham uma óptima semana. Com os melhores cumprimentos, Ana Neves ----------------------------------------------------------- ---------------------------- portal KMOL Gestão de Conhecimento e Aprendizagem Organizacional URL: http://www.kmol.online.pt ----------------------------------------------------------- ---------------------------- To: AUDITORIO From: Parker e Cross Subject: [APGC2005] Saudacao ----------------------------------------------------------- ---- Msg de Parker e Cross ----------------------------------------------------------- ---- Na actual economia do conhecimento, a colaboração nas organizações é crítica para o sucesso. Esta colaboração muitas vezes não se baseia em ligações visíveis nos organigramas mas em redes informais. Num estudo realizado em mais de 40 organizações, Parker e Cross usaram a análise de redes sociais para identificar e melhor entender as redes informais. Esta apresentação irá ilustrar como a análise de redes sociais pode ser usada para melhorar a colaboração nas organizações e entre organizações. Em particular, a apresentação irá debruçar-se sobre duas áreas onde a análise de redes sociais pode ajudar a melhorar uma rede: optimizar redes pessoais, e avaliar o impacto do contexto organizacional. Cumprimentos, To: AUDITORIO From: Piero Formica Subject: [APGC2005] Re: Saudacao ----------------------------------------------------------- ---- Msg de Piero Formica ----------------------------------------------------------- ---- Os clusters de conhecimento servem para cultivar iniciativas sem fronteiras e que visam o crescimento. Novos empreendedores sem fronteiras concentrados mais no crescimento e menos na auto-suficiência podem beneficiar da experiência que existe em clusters de conhecimento inseridos em zonas de inovação. Há uma simples razão: as opiniões de indivíduos que, na sua capacidade, participam em centros de conhecimento e comunicades de prática de conhecimento têm mais peso do que as das organizações para as quais trabalham. A criatividade nos negócios é estimulada por decisões de investimento pelo que a sabedoria dos cálculos racionais dos princípios corporativos é contrabalançada com a capacidade dos "espíritos animais" de aproveitar ideias. O objectivo de criar clusters é o de construir relações entre pessoas que querem transformar o conhecimento em inovação e conseguir valor dessa transformação. Os clusters de conhecimento mostram três sinais de empreendedorismo: a sua organização é empreendedora, os seus membros procuram oportunidades de empreendedorismo, e os padrões de empreendedorismo moldam as suas relações recíprocas. O desejo de ter acesso a experiência, ideias partilhadas e aprendizagem empurra cada indivíduo na direcção de um grupo de afinidade, ou comunidade de prática de conhecimento. Esta última constitui a forma básica de um cluster de conhecimento. Configurações mais complexas incluem diferentes comunidades de prática que se reunem em torno de um centro de conhecimento, bem como o agrupamento de diferentes centros de conhecimento. Cumprimentos, To: AUDITORIO From: Debra Amidon Subject: [APGC2005] Re: Saudacao ----------------------------------------------------------- ---- Msg de Debra Amidon ----------------------------------------------------------- ---- Queridos participantes, O mundo é, actualmente, a nossa paisagem gerível. Estabelecem-se ligações de Este para Oeste, de Norte para Sul com muitos nodos intermédios. Mas a auto-estrada da inovação (The Innovation SuperHighway) não é só uma infra- estrutura física, apesar de ser técnica e electrónica. É uma infra-estrutura humana - uma função do insight, da interacção e da imaginação que residem nas mentes, nos corações e nas mãos das pessoas à volta do globo. Na verdade, vivemos numa aldeia global com ligações que suportam inovação a nível pessoal, empresarial ou nacional. A minha apresentação avalia a evolução das sociedades de conhecimento, descreve exemplos de cidades de conhecimento, regiões de conhecimento e um mundo de conhecimento. Considerem os slides que enviei como uma viagem que faremos juntos, ao longo desta semana, enquanto exploramos as implicações desta realidade. Não se esqueçam de visitar os websites: www.entovation.com e www.inthekzone.com. Lá poderão encontrar calendários, artigos recentes de viagens à volta do globo, o Global Knowledge Leadership Map e destaques de vários livros, o mais recente dos quais The Innovation SuperHighway. Poderão ainda dar uma espreitadela a dois livros que irão brevemente ser publicados: Knowledge Economics - Principles, Practices and Policies, e In Search of Innovation - a Child's Book for Leadership Executives. Que comece o diálogo... Debra To: AUDITORIO From: portal KMOL Subject: [APGC2005] Pergunta de Ana Neves para Andrew Parker ----------------------------------------------------------- ---- Msg de portal KMOL ----------------------------------------------------------- ---- Na sua apresentação refere dois tipos de redes pessoais: empreendedoras e gestoras. Quais são os pontos fortes e os pontos fracos de cada uma delas? ----------------------------------------------------------- ---------------------------- portal KMOL Gestão de Conhecimento e Aprendizagem Organizacional URL: http://www.kmol.online.pt ----------------------------------------------------------- ---------------------------- To: AUDITORIO From: portal KMOL Subject: [APGC2005] Pergunta de Ana Neves para Debra e Bryan ----------------------------------------------------------- ---- Msg de portal KMOL ----------------------------------------------------------- ---- Quais são as diferenças e as semelhantes entre comunidades de prática e zonas de inovação de conhecimento (knowledge innovation zones)? ----------------------------------------------------------- ---------------------------- portal KMOL Gestão de Conhecimento e Aprendizagem Organizacional URL: http://www.kmol.online.pt ----------------------------------------------------------- ---------------------------- To: AUDITORIO From: Ricardo Vidigal da Silva Subject: [APGC2005] Questao para Debra ----------------------------------------------------------- ---- Msg de "Ricardo Vidigal da Silva" ----------------------------------------------------------- ---- Debra, Bem Vinda a este canto do nosso mundo virtual e espero em breve possamos levar a efeito aqui em Portugal um Seminário presencial das Regiões, Cidades e Redes de Conhecimento e Inovação. Como muito bem refere o mundo comunicacional é uma realidade que ultrapassa os factores tangíveis das infra-estruturas, das tecnologias, do próprio conhecimento explicito, na qual existem mais ou menos sofisticadas tendências de gestão que vão dando conta do recado. No entanto neste Mundo das Redes de Conhecimento como de bens intangíveis se trata essas técnicas de gestão e as arquitecturas organizacionais já não podem ter a mesma aplicação que, nesta viagem , gostava que referisse como podemos "Gerir Conhecimento e Inovação" por forma a que esses conhecimentos e essas inovações possam ser úteis às nossas populações e à nossa Sociedade? Obrigado. Ricardo Vidigal da Silva To: AUDITORIO From: Ricardo Vidigal da Silva Subject: [APGC2005] Questao para Irene ----------------------------------------------------------- ---- Msg de "Ricardo Vidigal da Silva" ----------------------------------------------------------- ---- Irene, Bem Vinda a este nosso encontro virtual, que no caso da Irene já que esteve no Verão passado em Portugal, mas não tivemos oportunidade de nos encontrar. Sigo e leio os trabalhos do orientador da Irene, Richard Florida, que tem um trabalho excelente sobre Cidades e Classes Criativas nos USA, que a Irene tem dado continuidade em relação à Europa. Embora muito dependente de factores culturais e de valores, sempre distintos entre os USA e a Europa e mesmo dentro de cada País da Europa, vinha também lançar o desafio da Linda nos indicar dentro das Classes Criativas que estudou que modelo nos aconselhava para uma Região de fracos recursos na perspectiva económica da era industrial, de nível etário elevado, que sofreu uma grande abandono das suas gentes para o litoral mas com enorme potencial, esquecido (que por vezes convém...) como é o caso da sua riqueza Cultural, Histórica , de muitas tradições sociais e gastronómicas, como é o caso da minha Região, do Alentejo, onde qualidade de Vida, pode se potenciador para nela se instalarem os "drivers de desenvolvimento", Industrias e das Classes Criativas do Século XXI. Como fazê-lo em que Classes Criativas aposta e como desenvolver um projecto deste tipo ? Obrigado, Ricardo Vidigal da Silva To: AUDITORIO From: Ricardo Vidigal da Silva Subject: [APGC2005] Questao para o Bryan ----------------------------------------------------------- ---- Msg de "Ricardo Vidigal da Silva" ----------------------------------------------------------- ---- Bryan, Bem Vindo, a este nosso encontro virtual que no nosso caso já aconteceu precisamente numa dessas Redes e encontros de Conhecimento que tivemos em S.Paulo, onde nos conhecemos no Verão passado. Temos trocado algumas ideias na forma de informação explicita e temos alguns projectos para partilhar e neles desejava ter presente um designio que gostava de ensaiar, que seria colocar um Região de fracos recursos na perspectiva económica da era indústrial, mas com enorme potencial, esquecido (que por vezes convém...) como é o caso da riqueza Cultural, Histórica , Arquitectónica, ou como se a ela referiu Humberto Eco, a última região da Europa com Carácter. Este Alentejo, onde a Qualidade de Vida,a Gastronomia se associados a outros "drivers de desenvolvimento", entre eles o Turismo e as Industrias Criativas do Século XXI, poderá ser uma das Regiões mais apetecíveis de viver em Portugal, onde a localização da sua cidade mais dinâmica, Évora, tira partido da sua excelente localização entre Espanha e Capital Portuguesa. Que apostas e que projectos tem o Bryan encontrado nas suas Viagens e nas suas Redes que nos pdoerão servir de modelo e de referência? Obrigado, Ricardo Vidigal da Silva To: AUDITORIO From: Bryan Davis Subject: Re: [APGC2005] Pergunta de Ana Neves para Debra e Bryan ----------------------------------------------------------- ---- Msg de Bryan Davis ----------------------------------------------------------- ---- Olá Ana Obrigado pela sua excelente questão. Começámos a usar o conceito de "zona de inovação do conhecimento" como um conceito abrangente em 2004. Tivemos esta ideia porque, enquanto alguns practitioners estavam fixados no surgimento de "cidades do conhecimento", nós estávamos a registar um movimento na direcção do desenvolvimento económico orientado para a conhecimento, desenvolvimento esse muito mais complexo do que o que ocorre só nas cidades. Usamos a ideia de "zona de inovação do conhecimento" de duas formas - para nos referirmos a <áreas de desenvolvimento da economia do conhecimento>, sejam elas no ciber-espaço ou em tempo e espaços geográficos reais. É onde a atenção para com a inovação baseada no conhecimento é vista como um importante instrumento ou um dos principais meios de impulsionar criação de valor e prosperidade para as partes interessadas. Em segundo lugar, vemos a entrada nas "zonas de inovação do conhecimento" como uma procura de , tal como os atletas treinam até terem atingido o nível de um atleta de topo. Quando a ambição de estar "nazonadeinovaçãodeconhecimento" se concretizar, haverá um ambiente vibrante, criativo, inteligente e estimulante onde o fluxo de conhecimento, o capital intelectual, o capital organizacional, e o capital relacional estão optimizados. Envolverá o ritmo de actores do conhecimento a trabalharem em sinergia e harmonia. Tem a ver com agentes do conhecimento - pessoas em comunidades de conhecimento - a trabalharem juntas. Enquanto que serão ajudadas pela tecnologia, o papel principal continua a pertencer às pessoas e ao seu know-how em acção, e nós não estamos meramente interessados numa visão onde o destaque é dado às tecnologias e às ferramentas. Uma "zona de inovação do conhecimento" pode ter muitos formatos, tamanhos e configurações. Pode ser um parque de conhecimento, ou um distrito, um agrupamento, uma cidade, uma região, corredor, e, sim, até mesmo uma comunidade de prática ou organização. Uma comunidade de prática pode, na verdade, ser uma "zona de inovação do conhecimento" - se essa comunidade tiver como objectivos principais os dois que anteriormente referi. Assim, uma comunidade de prática pode ser semelhante ou pode até ser uma "zona de inovação do conhecimento", ou parte de uma, se obedecer aos dois critérios: inovação do conhecimento focada no desenvolvimento, e também uma área para o desenvolvimento de inovação de conhecimento como alto desempenho e prática pericial. Uma comunidade de prática seria também semelhante na medida em que usa relacionamento pessoa-a-pessoa, partilha de conhecimento, aprendizagem, tecnologias de colaboração... e por aí fora. Contudo, uma comunidade de prática não seria uma dedicada e verdadeira zona de inovação do conhecimento se não tivesse, explicitamente, os dois objectivos acima identificados. Alertaria, porém, para o facto de que o conceito de "zona de inovação do conhecimento" é ainda uma ideia em maturação. Será elaborada e mais claramente articulada à medida que completamos um estudo mais detalhado sobre as ecologias do conhecimento que surgem em todo o mundo e entramos em diálogo com outros que partilham do nosso interesse neste fenómeno extraordinário. Espero ter respondido à sua interessante e provocadora questão. Cumprimentos, Bryan To: AUDITORIO From: Debra Amidon Subject: Re: [APGC2005] Pergunta de Ana Neves para Andrew Parker ----------------------------------------------------------- ---- Msg de Debra Amidon ----------------------------------------------------------- ---- Ana, Uma questão excelente e relevante... O Bryan já ofereceu uma resposta detalha; mas deixe-me acrescentar algumas palavras. As comunidades de prática (communities of practice - CoPs) PODEM ser consideradas "zonas de inovação de conhecimento" (Knowledge Innovation Zones - KIZs) SE a sua actividade for vista em termos de inovação (isto é, movimentando o conhecimento do ponto de origem para o ponto de necessidade ou oportunidade). Muitas CoPs são criadas para maximizar a troca de conhecimento, outras concentram-se nos aspectos de criação de conhecimento. Poucas TAMBÉM se concentram na comercialização - transformando a idea em produtos e serviços para benefício dos constituintes (com fins lucrativos ou não). E, para clarificar, criatividade NÃO é inovação, assim como investigação e desenvolvimento (Research & Development) também não é inovação. Inovação é ter a ideia concretizada ou posta em uso, gerando valor. Muitos confundem invenção e inovação; outros consideram-nas processos separados e, como tal, precisam de mecanismos de transferência para unir os dois. A nossa noção de inovação é mais holística e inclui TODAS as fases do processo - desde a criação de conhecimento até à aplicação de conhecimento, da teoria à prática, da semente à necessidade, etc.. A nossa filosofia é a de sistemas de valor de inovação (NÃO de cadeias de valor) com ligações simbióticas - formais ou informais. Isto pode soar a teoria; mas é mais prático do que se pode pensar - e PODE ter um impacto significativo na forma como gerimos os nossos ambientes para criação de valor no futuro. No slide 27, esbocei os vários aspectos da ENTOVATION Network que abordam ou focam nas culturas indígenas. Existem a Desert Knowledge Australia (DKA) que reune as comunidades aborígenas da Austrália Central; o Banff Center for Management em Calgary, Canada, que tem um dos melhores programas com as 900 First Nations. Existe o Relatório de Capital Intelectual produzido em Israel intitulado "Hidden Values of the Desert". Houve recentemente uma variedade de conferências em lugares tão remotos como a Terra Nova; e o Global Knowledge Development (GKD) no Banco Mundial abordou o tópico em vários diálogos electrónicos e presenciais. Um dos locais mais impressionantes, entre os que se encontram no Global KIZ Map - www.inthekzone.com -, é o Dubai Knowledge Village. E há mais... muitos mais. Actualmente, estas são vistas como iniciativas / actividades independentes. Contudo, se definíssemos ESTA colecção de actividades como uma KIZ, talvez descobríssemos as interdependências em questões de lucro e / ou prosperidade. Essas descobertas podem levar-nos a alocar mais recursos - técnicos e humanos - de novas formas. Imagine como a Assembly of First Nations poderia lidar directamente com aqueles que, no Perú, são responsáveis pela Intellectual Capital Conference e / ou com os resposáveis pelos fundos UNDP para converter Manizales - a antiga capital mundial de plantação de café - numa cidade de conhecimento... Quando vistas como KIZs, estas ligações pode ser tornadas explícitas para aumentar a capacidade de inovação de pessoas, empresas e países. A beleza da abordagem das CoPs - que não parece inconsistente dados os testemunhos dos "apresentadores" anteriores - é que permite o fluxo dinâmico de conhecimento entre os nodos ou níveis de gestão. Resumindo, quer estejamos a falar do ponto de vista geográfico, de indústria ou de CoP, a tecnologia de gestão é a mesma. Debra *************** Debra M. Amidon Founder and CEO ENTOVATION International Ltd. 2 Reading Avenue, Suite 300 Wilmington, MA 01887 USA T: 978/988-7995 F: 978/863-0124 E-mail: debra@entovation.com URL: http://www.entovation.com "Innovating our future...together." *************** To: AUDITORIO From: Andrew Parker Subject: {Spam?} Re: [APGC2005] Pergunta de Ana Neves para Andrew Parker ----------------------------------------------------------- ---- Msg de Andrew Parker ----------------------------------------------------------- ---- Ana, Aqui estão algumas considerações sobre redes empreendedoras (entrepreneurial) e gestoras (managerial): Uma rede empreendedora é uma rede onde as pessoas com quem se relaciona não estão ligadas entre si. A principal vantagem é que tem mais probabilidade de receber informação variada. Contrariamente, se estiver ligada a pessoas que se conhecem entre si é mais provavel receber a mesma informação de várias pessoas. Esta teoria está relacionada com o trabalho de Ron Burt e os seus conceitos de "buracos estruturais" (structural holes"). Se a sua função requer uma grande variedade de informação, e, especialmente, se requer inovação, então uma rede empreendedora é uma vantagem. As principais vantagems de uma rede gestora é que é fácil saber o que se passa na rede e que, quando passa informação, esta chega, rápida e correctamente, a todos os membros do grupo. Andrew